Contações de histórias

O grupo possui em seu repertório uma seleção com diversas sessões para crianças e para jovens e adultos que abordam, entre outros: lendas indígenas, fábulas africanas, contos tradicionais brasileiros, contos europeus, contos orientais, além de textos autorais. Para as narrações os artistas se utilizam de inúmeros recursos como a linguagem do palhaço, pantomima, os instrumentos musicais (violão, cavaquinho e percussão), a manipulação de bonecos e o uso de adereços diversos.

Cada sessão de histórias dura cerca de 50 minutos e necessita de preferência de um espaço reservado e silencioso ou na falta deste o auxílio de equipamento de som (microfones e amplificador).

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Contos Tradicionais Brasileiros

Três contos populares do Brasil resgatados pelos pesquisadores Luís da Câmara Cascudo, Monteiro Lobato e Basílio de Magalhães. Em “A mãe de São Pedro” uma velhinha ranzinza parte dessa pra melhor e faz de tudo pra entrar no céu. Em “A raposa e o homem” uma raposa teimosa que decide testar a bondade dos homens. Já em “A gente que ia buscar o dia” uma família acreditava que precisava buscar o dia para que pudesse amanhecer até que um homem oferece uma solução lhes dando um galo de presente.

Causos do Nosso Senhor

Quando Nosso Senhor vem andar pelo mundo, vixe Maria! Chove é causo! Como o do casal de velhos muito pobres que após ajudarem o Nosso Senhor são agraciados com três pedidos, mas se atrapalham com seus precipitados desejos, ou o do apóstolo mentiroso descoberto pelo Mestre através de um sábio teste.

João Bobo

Alguns heróis são valentes, invencíveis e possuem forças mágicas, por isso são chamados de super – heróis. Porém, existem aqueles que são distraídos, tolos e ingênuos, são os anti – heróis que ao revelarem suas fragilidades são mais parecidos com todos nós. “João Bobo” é um desses. Com sua boa vontade e seu jeito atrapalhado não consegue fazer nada que sua mãe manda, mas conseguirá salvar uma princesa.

Malasartes & Malandragens

Pedro Malasartes é o maior anti-herói nacional. Diante da crueldade e indiferença de um mundo que só favorece a quem tem dinheiro e poder ele usa de sua astúcia e esperteza para poder sobreviver. São muitas as peripécias vividas por este malandro em divertidas histórias como “A Sopa de pedra”, “O urubú mágico” e “História de passarinho” que serão apresentados nesta sessão.

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Lendas Indígenas

Na 1º. História (Moitará) Irerê e Iara são dois curumins que passam à noite em claro só pensando em todas as coisas que poderão trocar na grande festa que acontecerá no dia seguinte. Na 2º. História (A lenda do Uirapuru) Maíra é uma indiazinha corajosa que é transformada em pedra por uma feiticeira após salvar uma capivara deixando toda a floresta triste. Na 3º. e última história (A lenda do João de Barro) narra a história de amor e bravura entre o índio Tajura e a índia Potira.

Zé Macaco

Zé Macaco é uma série de contos populares que mostram a eterna desavença entre a onça e o macaco que sempre vence a feroz oponente através de sua esperteza. Numa metáfora do homem brasileiro que precisa sempre dar um “jeitinho” para poder sobreviver “Zé Macaco” mostra como é possível vencer sem utilizar a força.

Contos Europeus

A primeira história (o velho e seu neto) foi escrita pelo dinamarquês Hans Christian Andersen e é sobre um velhinho que sofre com os maus tratos da nora e com a omissão do filho até ser salvo pela ingenuidade e sensibilidade do neto. Já a segunda é uma antiga lenda francesa intitulada “A linha mágica”, sobre um menino que ganha uma bola mágica de onde sai uma fina linha dourada que a medida que é puxada faz com que o tempo acelere inexplicavelmente.

As lágrimas do Sombreirão e outros contos da América Latina

Você sabe o que é um sombreiro? É um chapéu bem grande, típico do México e também da Guatemala. Agora imagine um sombreiro enorme! Na Guatemala, existe um ser presente no imaginário local muito similar ao nosso Boto: o Sombreirão, um homem minúsculo que usa sapatinhos minúsculos, de verniz, e um chapéu enorme. Diz a lenda que o Sombreirão, cantando e tocando seu pequeno violão de madrepérola, encanta as moças bonitas da cidade e rouba seus corações. Será?

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Fábulas do outro lado do mundo

Na terra do império do sol encontramos diversas histórias que perpetuam a tradicional cultura chinesa. Com seus dragões encantados, fogos de artifício, artes marciais, ensinamentos de paz e sabedoria e borboletas que se transformam em pessoas, compõem-se o universo enigmático dos mestres e fábulas do outro lado do mundo.

Contos Orientais

Um simples quebrador de pedras anseia ser mais do que ele é e tornar-se o ser mais poderoso do mundo. Um jovem salva uma tartaruga e visita seu reino no fundo do mar e fica lá mais tempo do que imagina. Um monge peregrina com seus discípulos e dá uma lição de compaixão a partir do encontro com um escorpião. Três contos orientais que abordam a transcendência e os valores espirituais.

O Homem de Açúcar

Uma antiga e divertida lenda chinesa sobre dois irmãos muito diferentes. Lao Er era pobre, trabalhador e honesto e Lao Da rico, orgulhoso e ganancioso. Lao Er por uma distração durante o trabalho acaba lambuzado de melado da cabeça aos pés e é preso por um duende que o considera um homem de açúcar. Lao Er consegue fugir levando com ele um tambor mágico do duende. O invejoso Lao Da vai atrás do duende para também roubar um tambor mágico, mas é enfeitiçado por ele dependendo da ajuda do irmão para ser salvo.

Áfricas

Esta sessão inclui contos etiológicos africanos que abordam as origens e o comportamento de determinados animais. Respostas fantásticas e divertidas para questões como: Por que a girafa não tem voz? Por que o macaco vive no galho? Por que o coelho vive na toca? Além destas, “A princesa que não falava”, sobre a bela princesa Aditi Bolá do reino iorubá.

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Fábulas

Três fábulas do célebre escravo grego Esopo que viveu no século VI a.c que tratam da natureza humana: suas vaidades, suas ambições, suas falsidades, suas incertezas. Neste roteiro são narradas as fábulas “o sapo e o boi”, “o galo e a raposa” e “o homem, seu filho e o burro”.

 

Pastoril Brincante

Um velho pastor e uma pastorinha contam e cantam o nascimento do menino Jesus utilizando instrumentos musicais como violão, cavaquinho e percussões. Além disso, contam com a ajuda do público para darem vida aos inúmeros personagens da história utilizando para isso diversos adereços. Inspirado em folguedo popular, representado entre o Natal e a Festa de Reis, este pastoril conta ainda comuma alegre ciranda no final.

A menina da caixa de fósforos

Conto de Hans Christian Andersen sobre uma menina que tenta vender fósforos na noite de Natal, mas só recebe desprezo e indiferença dos transeuntes até que decide usar o calor da imaginação para conseguir tudo aquilo que deseja.

 

CONTOS PARA JOVENS E ADULTOS

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Mundo Animal. CCBB- RJ. 2009.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mundo animal

Três contos de realismo fantástico do argentino Antonio di Benedetto que tratam de mágoa, doença, política, sonho e morte. Em “As borboletas de Koch” um homem justifica poeticamente o fato de cuspir sangue com frequência. Em “Ninho dos ossos” um homem repassa com dor e certa esperança a sua vida comparando-a as imagens de uma palmeira e de um macaco, pertencentes as suas memórias de infância. Finalmente em “Reduzido” um homem conhece um cão em seus sonhos e só assim descobre alguma felicidade.

O Desejado – D. Sebastião em camadas

“Triste o povo que precisa de heróis”, diria o dramaturgo Bertolt Brecht. Neste solo narrativo essa reflexão é trazida a tona à partir da autópsia poética de D. Sebastião, rei português da Dinastia de Avis que governou Portugal de 1568 até 1578. Nesta leitura o jovem rei é dissecado em múltiplas camadas –  a história, o mito, a infância, a batalha, as crendices, a genealogia – pretendendo-se refletir sobre figura histórica tão impactante que traz reflexos até os dias atuais nas crenças existentes principalmente no nordeste brasileiro sobre o seu retorno para salvar a humanidade.

Femina

Indivíduos distintos são as mulheres dessas histórias. Inteligentes, corajosas, estúpidas, cruéis, boas, sinistras, tragicamente infelizes, belas. Através de histórias da diversidade e do primitivo feminino, os contos “As duas mulheres que conquistaram a liberdade”, “Barba Azul” e “O povo com focinho de cachorro”, revelam a continua construção da nossa sociedade através do olhar da mulher selvagem.

 

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